Representantes de sindicato denunciam condições de trabalho no sistema prisional

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Administração do MPT-RS reuniu-se nesta terça com diretoria do SINDPPEN/RS

Otávio Piva, Cláudio Desbessell, Antônio Bernardo Pereira, Marco Aurélio da Cunha (no telão), Janice Willrich e José das Neves
Otávio Piva, Cláudio Desbessell, Antônio Bernardo Pereira, Marco Aurélio da Cunha (no telão), Janice Willrich e José das Neves

O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul recebeu, na tarde desta terça-feira, a visita de representantes do Sindicato da Polícia Penal do Rio Grande do Sul (SINDPPEN/RS). O procurador-chefe do MPT-RS, Antônio Bernardo Santos Pereira, reuniu-se com o presidente do sindicato, Cláudio Dessbesell, com o advogado da associação, Otávio Piva, e com os integrantes da direção Janice Quinzen Willrich e José das Neves Louro Filho. Também participou, via teleconferência, o procurador do trabalho Marco Aurélio Gomes Cordeiro da Cunha, coordenador para o RS da Coordenadoria Nacional de Combate às Irregularidades Trabalhistas na Administração Pública (Conap).

No encontro, os representantes denunciaram as atuais condições de trabalho do sistema prisional gaúcho, que, segundo eles, têm levado os servidores a muitos afastamentos e adoecimentos. Os delegados classistas apontaram aumento da superlotação, condições críticas de trabalho em unidades em todo o Estado e insuficiência do quadro de servidores como alguns dos principais motivos para recorrentes problemas de saúde mental na categoria. Segundo o presidente da instituição Cláudio Dessbesell, foram registrados 12 suicídios de policiais penais no Estado nos últimos dois anos, além de um alto número de afastamentos por problemas psiquiátricos.

Ao final da audiência, foi encaminhada a autuação de uma Notícia de Fato (NF) para apurar as denúncias.

Tags: 2026, Maio

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