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Rafael Foresti Pego será o novo procurador-chefe do MPT-RS

Procurador do trabalho nascido em Porto Alegre foi indicado para a chefia em reunião do colegiado do órgão

Rafael Foresti Pego. Foto: arquivo pessoal
Rafael Foresti Pego. Foto: arquivo pessoal

      O procurador Rafael Foresti Pego será o novo procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS). Ele foi indicado para a chefia do órgão pelo Colégio de Procuradores do MPT na última sexta-feira (24/9). O procurador regional Lourenço Agostini de Andrade será o vice-procurador-chefe e o procurador Alexandre Marin Ragagnin, o procurador-chefe substituto.

     A posse será realizada em 4/10, em Brasília, pelo procurador-geral do Trabalho José de Lima Ramos Pereira. Na ocasião, serão empossados os procuradores-chefes de todas regionais do MPT para o próximo biênio, que se inicia em 1º/10.

     O procurador já atua na administração do MPT como vice da procuradora Mariana Furlan Teixeira. Ele será o 18º membro do MPT-RS a assumir a chefia na história do órgão.Ao falar sobre como deverá ser sua gestão, declarou:

     – A proposta é de continuidade da gestão anterior, buscando aprimorar a estrutura do MPT no RS, inclusive com a aquisição de sedes próprias nas unidades atualmente em locação, gerindo os recursos de forma eficiente, para que membros e servidores possam continuar desempenhando a importante função de zelar pelos direitos humanos e fazer cumprir as leis trabalhistas, em benefício de toda a  sociedade gaúcha. Especialmente nesse momento difícil que vivenciamos.

     Rafael Foresti Pego é natural de Porto Alegre e tem 39 anos. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS). É mestre em Direito pela PUCRS e mestre em Direito Constitucional pela Universidade de Sevilha, e doutorando pela Universidade Complutense de Madrid. Atuou como advogado na área trabalhista e como professor universitário antes de ingressar no MPT, em 2014.

     Lourenço Agostini de Andrade é natural de Porto Alegre e tem 55 anos. Formou-se em 1988 na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e é especialista em Direito Ambiental pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). É membro do MPT desde 1993 e desde 2016 atua no Núcleo de Recursos do MPT junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT4).

     Alexandre Marin Ragagnin é natural de Santa Maria e tem 41 anos. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Atuou como advogado na área trabalhista antes de ingressar no MPT, em 2010. Oficiou na PTM de Araguaína-TO (2010-2013), Pelotas (2013 - 2018) e Santa Maria (desde 2018).

 

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