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MPT e Fundacentro estudarão impactos ergonômicos de exoesqueletos

Parceria foi formalizada na última terça-feira (24), em reunião em São Paulo

     Parceria entre Ministério Público do Trabalho (MPT) e Fundação Jorge Duprat e Figueiredo (Fundacentro) estudará os impactos do uso de exoesqueletos na saúde e ergonomia do trabalho. A tecnologia, que vem sendo utilizada especialmente por trabalhadores que operam em linhas de montagem, funciona como suporte ou revestimento junto ao corpo humano, prometendo aliviar o desgaste físico de operações.

     O objetivo da parceria, de acordo com o procurador do MPT em Porto Alegre Philippe Gomes Jardim, é reunir informações dos atuais estudos ergonômicos sobre o uso de exoesqueletos, tendo a Fundacentro como parceira. Para tanto, a instituição destacará especialista para dar suporte ao MPT neste trabalho.

     O levantamento será analisado pelo grupo de estudo da Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho (Codemat) do MPT constituído para verificar a existência de riscos ergonômicos na utilização de exoesqueletos em grandes indústrias, em especial em montadoras de automóveis. Os integrantes do grupo são o coordenador da Codemat, Leonardo Osório Mendonça (MPT-PE), os procuradores do MPT-RS Philippe e Ricardo Garcia e os analistas periciais André Farias de Lima (MPT-RJ), Luis Carlos Fujii (MPT-RS), e Selma Saraiva da Costa Moreira (MPT-RJ).

     O exoesqueleto foi introduzido no país no fim de 2017 pela Fiat, de Betim (MG). A tecnologia também é utilizada em fábricas da Nissan no Japão e da Audi na Alemanha. A literatura sobre o assunto ainda é escassa.

     A parceria foi formalizada em reunião na sede da Fundacentro, em São Paulo, com a participação dos procuradores Philippe e Ricardo, dos analistas periciais do MPT, e, da Fundacentro, do tecnólogo Ricardo Serrano e do chefe substituto da Coordenação de Segurança nos Processos de Trabalho, Roberto do Valle Giuliano.

Foto e informações: ACS Fundacentro / Alexandra Rinaldi
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